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Que percurso em Portugal encaixa consigo?

Uma avaliação guiada e curta — algumas perguntas sobre a sua nacionalidade, rendimento, planos e agregado. Aplica os limites reais de 2026 para lhe dar uma leitura honesta: que via encaixa, se cumpre o requisito de rendimento (e, se não, exatamente qual a diferença), além de próximos passos personalizados. Adicione o seu e-mail para um plano completo.

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Perguntas Frequentes

O visto de residência de Portugal certo depende de como ganha o seu rendimento. Os trabalhadores remotos e freelancers com clientes estrangeiros usam o visto de nómada digital D8; os reformados e quem vive de rendimentos passivos estáveis (pensão, rendas, dividendos) usam o D7; os empreendedores usam o Visto Startup (através de uma incubadora acreditada) ou o D2 para um negócio tradicional; os profissionais qualificados com uma oferta de emprego usam o Visto Tech ou o Cartão Azul UE, ou o Visto para Procura de Trabalho enquanto ainda procuram. Os cidadãos da UE/EEE não precisam de visto — registam-se localmente para obter um certificado de residência. Seja qual for a via, o seu primeiro passo é um número de contribuinte (NIF), e o rendimento qualificado ou de inovação pode reunir requisitos para o regime IFICI — uma taxa fixa de 20% que substituiu o antigo NHR.

O visto de nómada digital D8, para trabalhadores remotos e freelancers com clientes estrangeiros que cumpram o limite mínimo de rendimento.

O visto de rendimentos passivos D7, para reformados e para quem vive de rendimentos passivos estáveis, como uma pensão, rendas ou dividendos.

O Visto Startup (através de uma incubadora acreditada) para empresas inovadoras e escaláveis, ou o visto de empreendedor D2 para um negócio mais tradicional.

Não. Os cidadãos da UE/EEE têm liberdade de circulação e basta registarem-se localmente para obter um certificado de residência se ficarem mais de três meses.

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